QR Code

27 Agosto 2008

qrcode

Há duas semanas estive envolvido no desenvolvimento de uma campanha publicitária envolvendo uma promoção. A idéia, resumidamente, previa uma espécie de caça ao tesouro na qual as pessoas colecionariam códigos como este acima conforme os encontrassem por aí (em revistas, jornais, sites, outdoors e até mesmo na tv aberta e paga). Por meio do celular (munido de um software específico para a decodificação) aumentariam suas chances de ganhar ao fotografar o maior número de códigos. Infelizmente, entretanto, o público alvo ñ é tão geek assim e a promoção dificilmente sairá do papel.

Mas o que chamou a atenção foi ocódigo em si. Ele nada mais é quem um código de barras com a possibilidade de armazenar muito mais informação que os códigos tradicionais e com um indice de aproveitamento ( chances de ser decodificado sem perdas) também notável.

Com a cabeça na promoção e brincando de criar meus próprios códigos ( kaywa ) confesso que não vinha progredindo em idéias mutio úteis para a aplicação do lance, e cheguei até mesmo a rascunhar um post criticando a função pública do QR Code (já que a industrial estava cumprida). Isso porque não entedia o motivo de ter um contéudo decifrável num quadradinho esquisito se ainda é muito mais fácil lê-lo.

Até mesmo um exemplo de nosso querido Olaf Bringen me empolgou, um cartão pessoal em QR Code, mas ainda batia de frente com o dilema da leitura alfanumérica.

Mas uma ficha gigantesca me concedeu um interurbano mental. Pera lá negão, decodificar é só a metade do caminho porra! A outra metade é do que o seu celular absorveu pra frente. Claro…e obviamente o fato da informação já estar digitalizada é um passo enorme. Diversas vezes fotografei documentos com a camerinha do celular pois por perto não havia xerox. Fotografei placas, cardápios, tabela de preço etc. Mas a informação, por mais que digitalizada em imagem, continuava analógica!

Daí temos que tudo aquilo que é uma merda copiar pode ser digitalido em texto. “Demorou pra entender isso né” você deve estar pensando…Mas o fator mind blowing da questão é o que citei acima: a informação está no seu celular e seu celular não é um bloco de notas, mas um canal de comunicação para com outros celulares e uowww, um canal com a internet!

O ponto é que anotar URLs num teclado não QWERT é uma pentelhação e isso o QR já resolve. Dessa forma, se seu celular tem um browser legal (ou seja, é um iPhone), pq não checar por mais informações sobre algo que vc está comprando, estudando ou conhecendo no próprio local em que vc se encontra? Por que não pagar a conta com o QR code que o supermarcado ou a loja forneceu na tela do caixa?

Idéias mil! E é isso ai, QR CODE aprovado!


Picture of the Day

15 Agosto 2008


Reencontro

7 Agosto 2008

Tentei encontrar a história oficial desse video, mas me passaram assim: dois caras cuidaram de um bebê leão desde bem pequeno e quando o bichano ultrapassou o tamanho da convivência os caras resolveram devolve-lo ao seu habitat. Essa de devolver eu não botei muita fé. Mas ok, nem tudo que nos ensinaram no escola era verdade. Um tempo depois (quanto tempo ninguém tmb arriscou falar) os dois sujeitos resolveram visitar o leão  apesar das recomendação de não fazê-lo: poderiam virar almoço. O video abaixo é sobre esse encontro.

Show né?

Também, com essa juba né negão, qualquer leão te trataria bem.

E por falar em juba, Bieine, feliz aniversário!


Onde diabos está Matt?

4 Agosto 2008

Quando estou mucho louco em uma festa ou casamento costumo fazer uma dancinha bem ridícula. Minha mulher adora e ainda por cima passo um carão que me faz bem. Sabe de que tipo de vergonha estou falando?

Parte da dança (pois há outras trechos da coreografia de autoria própria e de referência duvidosa) foi extraída do video mais abaixo. Chamo-a de “The Matt Move” e é no fundo uma homenagem a um sujeito chamado Matt Harding que, não me seria estranho, deve ter a personalidade muito parecida com um de nossos correspondentes, um tal de Olaf Bringen.

Matt é um programador de videogames de 31 anos, americano, que após juntar uma grana (e deve ter sido uma boa grana) resolveu dar um rolê pelo mundo e registrar a ventura em video.  Com tanto dinheito no bolso o menu da vida é vasto. Há quem compraria um carro ou quem montaria um apê. Há quem investiria esperando uns 10% ao ano e quem amortizaria uma dívida. E há pessoas como o Matt. Ele abriu um Atlas e escolheu pontos exóticos, populares e inusitados, listou e embarcou por meses numa trip invejável. Iquestionável é o fato de existirem inúmeros Matts por ai, só que ele bombou no youtube por fazer a tal dancinha inspiradora em cada lugar que esteve e o resultado final ficou famoso, é até hoje muito visto.

Foi então que uma marca de chicletes gostou da ideia e resolveu bancar uma segunda viagem ao pobre menino pegando carona no sucesso do bacana. 2 anos depois e mais bem produzido:

Há um terceiro video, mas já meio sem graça. Por curiosidade você pode achar facinho no youtube.

Prometo que logo encontrarei e postarei aqui o link de uma senhora (leia-se tiazinha) que fez algo similar. Ela viajou muito, acho até mais que o Matt, e para cada point turístico criou uma página na web com fotos ( com ela posando irritante/invejavelmente em cada uma delas), descricões , dicas etc.

Prometo também, quando o menu a mim se abrir, zarpar igualmente.


Pronto. Inventaram o holograma.

1 Agosto 2008

Estava navegando no Youtube e me deparei com esse vídeo, logo na página principal. Quando a gente pensa que as novidades tecnológicas já estão começando a estagnar-se, vem um geek e deixa a gente de boca aberta.

E o que dá mais raiva é sempre a simplicidade da solução sugerida; fica aquele gostinho de “porque não pensei nisso antes…”

Agora, legal mesmo seria ver alguém se atrevendo a enfiar o dedo ali…